
A Capoeira é uma atividade física genuinamente brasileira, catalisadora de aspectos psicomotores fundamentais ao desenvolvimento integral do indivíduo, rica em movimentos, musicalidade e dimensões artísticas.
Na Obra Social Dona Meca, esta atividade esportiva tem a função de ser um instrumento de transformação para as crianças e adolescentes, desenvolvendo o protagonismo necessário para adquirirem autonomia e uma maior qualidade de vida.
Aqui, nossos pequenos acabam por ter os seus primeiros contatos com os movimentos e as sonoridades do esporte.
Alguns parecem até mesmo já terem vivenciado parte desse “universo”. É como se os instrumentos fossem “peças” conhecidas deles. Outros divertem-se e os têm como: mais um brinquedo que desperta sorrisos e alegria a cada batucada.
Com as atividades desenvolvidas no Setor de Capoeira, promovemos a inclusão social das crianças e adolescentes com deficiência, em contexto multidisciplinar, através dos movimentos, ritmos, cadências e com foco no desenvolvimento integral – ou seja, um desenvolvimento motor, cognitivo, social e cultural.







Atire a primeira pedra o adulto que nunca pensou como era bom ser criança; ou, então, a pessoa que não tenha desejado, vez ou outra, voltar no tempo e ser criança mais uma vez, podendo brincar sem grandes preocupações, a não ser se divertir.
No dia 18 de Agosto de 2021, foi realizada a Semana de Orientação de Fisioterapia, aos responsáveis atendidos pela Obra Social Dona Meca. Devido ao atual quadro pandêmico, fez-se necessário seguir todos os protocolos de segurança. Sendo assim, o encontro ocorreu através da plataforma online, em dois turnos (manhã e tarde), abrangendo os profissionais das Fisioterapias: neurofuncional infantil, respiratória e aquática.
A Semana de Orientação do Esporte aconteceu no dia 14 de julho de 2021, com horários manhã e tarde. O evento foi realizado de forma híbrida, transmitido online, mas com a presença de alguns poucos responsáveis.
A Casa Lar Dona Meca é uma instituição de acolhimento para crianças e adolescentes com deficiência, tendo sua faixa etária de 0 a 18 anos. Por conta da especificidade dos seus quadros clínicos e, também, por conta da idade avançada de muitos dos acolhidos, o processo de reintegração familiar e colocação em família substituta pode se tornar lento ou até mesmo não acontecer.