Semana de Orientação de Fisioterapia

No dia 18 de Agosto de 2021, foi realizada a Semana de Orientação de Fisioterapia, aos responsáveis atendidos pela Obra Social Dona Meca. Devido ao atual quadro pandêmico, fez-se necessário seguir todos os protocolos de segurança. Sendo assim, o encontro ocorreu através da plataforma online, em dois turnos (manhã e tarde), abrangendo os profissionais das Fisioterapias: neurofuncional infantil, respiratória e aquática.

Neste ano, o tema abordado foi “Pais e Fisioterapeutas juntos = Melhores resultados” – escolhido pela Equipe Fisioterapêutica, que utilizou, como critério, um conteúdo que englobasse todos os responsáveis atendidos presencialmente na Instituição e os que são acompanhados pelos tele-atendimentos (por conta da Covid-19). A temática em questão visa reforçar a integração entre terapeutas e responsáveis diretamente no tratamento da criança/adolescente.

Dentre os assuntos citados durante o encontro, destacaram-se: “Os Benefícios dos Posicionamentos Posturais no Ambiente Domiciliar” e “A Estimulação Motora e como os Cuidadores devem Realizar as Atividades Propostas pela Equipe de Forma Adequada”. Além das orientações já mencionadas, também foi ressaltado que todo tratamento deve ser executado através da singularidade de cada pessoa, deixando claro que uma patologia pode apresentar manifestações distintas, tornando sempre necessária uma abordagem individualizada e sem comparações ao desenvolvimento motor ou cognitivo de outra criança/adolescente.

Tais informações abriram um debate esclarecedor, com troca de experiências entre os responsáveis – que relataram, brevemente, a respeito dos pacientes.

O encontro ocorreu de maneira proveitosa, proporcionando o esclarecimento de dúvidas e a possibilidade de observação dos fisioterapeutas a respeito de “como é praticada a intervenção no cotidiano”, trazendo, assim, mais auxílio aos responsáveis acompanhados pelo tele-atendimento. Por fim, a Equipe Fisioterapêutica ficou muito satisfeita com a adesão dos responsáveis durante o encontro virtual, disponibilizando-se para o esclarecimento de quaisquer questões relacionadas ao Setor, e concluiu a orientação enfatizando os avanços que podem ser obtidos com responsáveis e terapeutas trabalhando juntos.

Texto escrito por: Pablo Castro Rosa – Fisioterapia Aquática na Obra Social Dona Meca – p.rosa@osdm.org.br

Parcerias que agregam valor

É cada vez mais comum, nos dias de hoje, nos depararmos com empresas que estão envolvidas em algum tipo de causa social e revertem parte de seus lucros – ou produtos, equipe, habilidades, dentre outros – para impulsionarem e/ou financiarem Projetos que tragam benefícios à sociedade.

A OSDM tem orgulho de ter por perto parceiros tão queridos em sua caminhada, como a Gráfica Trena, responsável pela produção do nosso “Comunicação Eficiente”: “Produzimos o jornal de forma gratuita há anos para a OSDM, e a nossa intenção é exclusivamente ajudá-los a divulgar e propagar o objetivo da OSDM nesse veículo tão importante. O maior benefício que podemos ter, é perceber que a OSDM continua viva até hoje, e que de certa forma, fazemos parte dessa luta.”, disse Patrícia Gargano, gerente administrativa e de produção da Gráfica.

Já a Rentokil Initial, outra parceira desta Obra Social, acredita que ser socialmente responsável é melhorar a vida das pessoas: “No cerne da abordagem empresarial da Rentokil Initial está em fazer o que é certo para proteger as pessoas e melhorar vidas, e os nossos valores são a base que sustentam a companhia.”, diz Rafael Corrêa, Analista de Marketing da Rentokil.

Sentir-se “realizando o bem” é extremamente benéfico e faz com que continuemos a querer ver, cada vez mais, jovens e crianças felizes por terem acesso à habilitação, reabilitação, acolhida e, claro, uma vida melhor!

Importante: Veja os Parceiros OSDM, na Faixa de Logos (Pág 04), divididos por Categorias: Instituições que ajudam em Campanhas e Estratégias de Ações Desenvolvidas; Empresas que doam materiais, produtos, mão de obra e/ou conhecimento técnico; Empresas que contribuem financeiramente e/ou com cotas mensais. A todos eles, nossa gratidão.

Texto escrito por: Luiza Mattos – Comunicação e Marketing da Obra Social Dona Meca – l.mattos@osdm.org.br

Os Desafios no Processo de Adoção

A realidade dos abrigos que acolhem crianças e adolescentes em situação de risco psicossocial é bastante complexa, porque possui múltiplos discursos e diferentes vivências dos acolhidos – que se originam no passado e se entrelaçam com as construções existentes sobre o presente.

O desligamento da Instituição de Acolhimento se dá de duas formas principais: reintegração familiar ou adoção.

Na reintegração familiar, o/a acolhido/a retorna à sua família de origem (pai e/ou mãe) ou fica sob guarda de algum integrante da família extensa (tios, primos, avós, etc).
Já no caso da adoção, o/a acolhido/a passa a ter uma nova família, porque já foram esgotadas as possibilidades de reintegração familiar. O maior objetivo da adoção é que ela traga benefícios ao desenvolvimento integral das crianças e adolescentes adotados.

Adoção e seus mitos – primeiramente, trazemos pra vocês alguns mitos sobre o processo de adoção e suas particularidades:
“Não vou adotar porque não sei a índole da criança/adolescente.”
“Só quero bebê. porque é mais fácil.”

Como vimos, a adoção é cheia de mitos e suposições. A dica é: “Você deseja ser pai/mãe”? Porque as dificuldades na educação e criação dos filhos aparecerão, independentemente se biológicos ou adotivos. Ter o direito a um desligamento bem conduzido é algo que precisa se efetivar plenamente. Oferecer uma família destinada a dar conforto, afeto e, acima de tudo, amor … isto proporciona à criança uma base para o seu desenvolvimento. Contudo, é preciso ter em mente que a adoção não aparece como um meio de “resolver problemas sociais”, como abandono e a institucionalização, mas sim, como um direito de todo indivíduo a “ter uma expectativa de futuro em família, seja biológica ou adotiva”.

Na Casa Lar Dona Meca e Casa Lar Balthazar, compreende-se o período de integração entre as pessoas envolvidas no processo de adoção ou reintegração familiar, visando estabelecer bases sólidas para um relacionamento harmônico de caráter afetivo. Não é uma experiência qualquer e sim uma fase de criação e/ou fortalecimento de vínculo. O estágio de convivência é de vital importância, não só para o entrelaçamento entre as pessoas envolvidas, mas também para a exploração de todas as qualidades e virtudes recomendadas – por isso, trata-se do período propício para fazer brotar o afeto.

Texto escrito por: Jéssica Souza – Assistente Social | OSDM – Casa Lar Dona Meca

Desfile Junino

Ainda vivemos tempos difíceis em função da pandemia… E estamos sempre nos questionando, nos provocando a respeito de como proporcionar as melhores experiências aos nossos pequenos.

 

É chegado o mês de Junho e, junto com ele, a saudades de umas de nossas melhores e maiores comemorações do ano.

 

Um Desfile Junino foi promovido na Obra Social Dona Meca, onde nossas crianças e terapeutas, nos dias de seus atendimentos, puderam vir vestidos a caráter e, quando menos esperavam, eram convidados a seguir a Oficina de Dança nos corredores da Instituição, através de um singelo desfile. Acompanhados de uma boa música caipira e muita dança, seguimos com todos os protocolos da pandemia.

 

Com isso, queremos manter a cultura nordestina – que é tão presente em nossas vidas – cada vez mais viva, oferecer experiências inesquecíveis aos pequenos, jovens e famílias da OSDM e, por meio desta socialização tão rica de afeto e tradição, alegrar e contaminar ainda mais de amor a nossa Casa. Viva São João!

Hora do Lanche na Casa Lar Balthazar

Na Casa Lar Balthazar, são atendidas crianças de 0 a 06 anos de idade, totalizando 20 vagas. 

O público atendido pela Instituição é caracterizado por crianças – oriundas de famílias de baixa renda ou que apresentem algum histórico de maus-tratos, abandono, negligência ou outro motivo que justifique o acolhimento – encaminhadas pela Vara da Infância e Conselho Tutelar, em regime de urgência.

Além delas, suas famílias também são assistidas por nossa equipe de profissionais, que fornece informações, atende casos de responsáveis que necessitem de apoio psicológico e outras orientações.

O caráter “residencial” desta Instituição contribui para a participação e a inserção das crianças na comunidade, incentivando a preservação dos vínculos familiares ou promovendo a inserção em família substituta.

As crianças acolhidas na Casa Lar Balthazar recebem atendimento na Sede da Obra Social Dona Meca, através de atividades terapêuticas, sociopedagógicas, esportivas e de inclusão social, que possuem, como objetivo, promover o desenvolvimento de suas habilidades e sua maior independência – resgatando sua autoestima, cidadania, interação social e contribuindo para uma melhor qualidade de vida.

Em relação à rotina das crianças, os horários das atividades são elaborados pela Equipe Técnica e Equipe de Cuidadores, levando em consideração a observação e experiência destes profissionais.

Vale ressaltar que os horários e dias das terapias realizadas na OSDM são programados de acordo com a demanda da Instituição de acolhimento, considerando a logística da Casa e se a criança está frequentando a unidade escolar ou não. 

E, por último, destacamos: as atividades pedagógicas contidas no dia-a-dia das crianças visam o reforço no aprendizado e a realização de atividades que contribuam para seu desenvolvimento físico, motor, emocional, cognitivo e social. 

Tais ações têm como foco o direito da criança ao seu pleno desenvolvimento integral.

Texto escrito por: Jéssica da S. Souza – Assistente Social  | OSDM – Casa Lar Balthazar

A Importância do Esporte Paralímpico – Time Meca

 

A atividade esportiva contribui não só para o desenvolvimento físico, como também é uma poderosa ferramenta de ajuda na reabilitação e inclusão social de pessoas com deficiência. Mais do que isso: o esporte pode transformar tanto a vida de uma pessoa com deficiência que, em pouco tempo de prática, ela pode estar representando o Brasil em um dos maiores eventos esportivos do mundo, como as Paralímpiadas!

O esporte, além de trabalhar o físico – possibilitando uma vida mais sadia – também atua na conexão social, seja entre colegas que estão participando de uma mesma atividade, como também na relação aluno-professor. O Time Meca – Projeto em execução na OSDM até janeiro de 2022 – atende diretamente 100 crianças e jovens beneficiários da Obra Social, além de, indiretamente, suas famílias. Com o apoio da Eletrobras e Itaú, através do incentivo fiscal da Lei do Incentivo ao Esporte – Secretaria Especial do Esporte / Ministério da Cidadania, o Projeto tem o objetivo de promover – por meio de atividades paradesportivas e psicomotoras – a habilitação e reabilitação de crianças e adolescentes com deficiência, em contexto multidisciplinar, visando sua inclusão social, desenvolvimento psicomotor e melhoria da qualidade de vida. 

Os objetivos específicos incluem favorecer bem estar físico e mental; estimular aspectos afetivos, educacionais e sociais, a partir da prática do esporte, bem como a melhoria do relacionamento interpessoal dos participantes. Ao todo, são 12 profissionais. A Equipe conta com 3 esportes, sendo eles: Natação, Bocha e Judô; 5 terapias: Terapia Ocupacional I e II, Fisioterapia Motora, Psicomotricidade Aquática e Hidroterapia; além de Serviço Social e Atividades de Apoio.

Que venham as Paralimpíadas de Tóquio 2021!
E reforcem a todos o quanto abraçar uma atividade física pode transformar o dia a dia de nossos pequenos e jovens!

 

Texto escrito por: Luiza Mattos – Comunicação e Marketing da Obra  Social Dona Meca

 l.mattos@osdm.org.br

Dia do Hambúrguer com a BE Capital

Dia do Hambúrguer com a BE Capital

No dia 28 de Maio, comemora-se o Dia do Hambúrguer!

Neste dia, realizamos uma entrega destes saborosos sanduíches, às crianças, na OSDM! Reunimo-nos aos beneficiários, seus responsáveis e funcionários da BE Capital em sentimento de gratidão, para celebrarmos esta data tão deliciosa e, ainda, em forma de reconhecimento à força de vontade – e consequente evolução! – dos nossos pequenos, em meio a tempos tão difíceis.

A principal atração do dia – claro! – foram os hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes (ao todo, foram 36 combos doados pela empresa). Após a entrega dos sanduíches, os colaboradores da BE Capital foram visitar o abrigo Casa Lar Dona Meca. “Foi possível ver a alegria das crianças e adolescentes. Os sorrisos contagiaram, e, certamente, demonstraram a todos nós o quanto é gratificante realizar estes eventos. Foi um prazer contribuir e participar com vocês. Continuem mudando o mundo para melhor.” declarou Tom Santos, CMO da BE Capital.

Agradecemos a esta Companhia do ramo financeiro e imobiliário que empenhou-se e, com sentimento genuíno, doou tais kits a alguns de nossos pequenos e jovens. Além disso, muito obrigado pela presença e parceria dos responsáveis, que acompanharam, compartilharam conosco este momento de felicidade/empatia e ressaltaram o trabalho de todos os envolvidos na realização deste ato.

Texto escrito por Leonardo Rocha – Membro do Setor de Sustentabilidade da Obra Social Dona Meca – contato: l.rocha@osdm.org.b

Dia do Hambúrguer com a BE Capital

Dia do Hambúrguer com a BE Capital

Semana de Orientação da Pedagogia

Semana de Orientação da Pedagogia OSDM

Já estamos no segundo ano de uma vivência que jamais esperávamos que teríamos. Momentos como este, seja individual ou coletivamente, nos requerem um olhar sobre a vida com responsabilidade e maturidade, para não esbravejarmos contra aquilo que não podemos mudar e valorizar o que podemos fazer por nós mesmos (e ao nosso próximo!).

Sabemos que as coisas estão no modo: “tá difícil!”. Mas, este novo “modo” de vivermos não deve ser motivo para procrastinarmos, o que, aliás, somos mestres em fazer. Diante deste quadro geral e das observações inerentes ao trabalho realizado na Obra Social Dona Meca, a pedagogia percebeu a necessidade de falarmos sobre: “Rotina”. O tema abordado, na Semana de Orientação, foi “A Importância da Rotina para o Desenvolvimento Infantil” e, apesar do enfoque ser maior nas crianças, falamos, também, em como os pais podem impactar positiva ou negativamente em suas próprias vidas – e nas de seus filhos.

Conversamos sobre pontos importantes no desenvolvimento infantil e o impacto que a falta de uma prática costumeira pode trazer em vários âmbitos, sejam eles físicos, cognitivos, emocionais e, até mesmo, bioquímicos/metabólicos. Enfatizamos a importância de uma alimentação regrada, tanto do ponto de vista dos intervalos entre as mesmas, quanto na qualidade dessa alimentação. Outro ponto importante é o sono e como horários desregrados causam mudanças de humor, comportamento e aprendizagem. Também conversamos sobre como as telas (tablet, celulares e computadores) entraram fortemente nessa rotina – lembrando que é necessário conversar com os pequenos sobre o uso funcional, o que antes estava ligado somente ao prazer dos jogos/vídeos e o equilíbrio no tempo de permanência dessas ferramentas.

O último item abordado nesta Semana de Orientação – mas não menos importante! – tratou de: dentro deste tempo organizado, não esquecermos do tempo livre, para a criança fazer “o nada”. Oferecer a ela brinquedos e brincadeiras, o quanto for possível longe das telas longe das telas (o máximo possível), que estimulem a coordenação motora, o espírito de equipe, o “ganhar e perder” e, principalmente, através desses momentos, enriquecer a relação com a própria família.

Texto escrito por Tânia Oliveira – Pedagoga da Obra Social Dona Meca – contato: t.oliveira@osdm.org.br

Luto

Uma Conversa sobre Luto

Nos tempos atuais, lidamos com diversas perdas, dentre elas, a morte de pessoas queridas por nós. Este é um evento estressor na vida das pessoas, que gera sofrimento e diversas alterações, sejam elas psicológicas, fisiológicas ou comportamentais. O luto é um estado emocional de tristeza, uma sensação de vazio. As crenças sobre a perda de um ente querido são reforçadas pelo entendimento que o indivíduo estabelece com a morte.

É importante entendermos que o luto é um processo e que cada um precisa de um tempo de elaboração. Geralmente, passamos por estes cinco estágios, a saber:

  • Negação – recusa a confrontar a situação;
  • Raiva – revolta, questionamentos, busca de culpados;
  • Barganha – tentativa de negociar ou adiar a morte, desejo de ultima chance;
  • Depressão – repensar, processar a vida e o que foi feito ou deixou de fazer;
  • Aceitação – maior serenidade frente ao fato de morrer, expressar de forma mais clara os sentimentos, frustrações e dificuldades. 

A compreensão da criança sobre a morte difere do adulto: antes dos 3 anos, este entendimento é apenas de ausência e falta.

Em seguida, esta começa a se perguntar: “se foi culpa sua”, “se palavras ou pensamentos evitariam a morte” e, só depois, começa a entendê-la como algo inevitável. Então, conforme amadurece cognitivamente, apropria-se deste conceito. É importante escutar e permitir que ela fale sobre o assunto, pois o que gera sofrimento não é falar sobre a morte e sim a morte em si. É importante escutar e permitir que ela fale sobre o assunto, pois o que gera sofrimento não é falar sobre a morte e sim a morte em si.

Algumas orientações válidas para lidar com as crianças são:

  • Seja direto e não omita a verdade, poupando apenas os detalhes desnecessários;
  • Tome cuidado com conceitos vagos para não confundir ainda mais a criança;
  • Não esconda sua tristeza, valide este sentimento e esteja aberto a falar sobre isso;
  • Faça um momento simbólico de despedida independente de comparecer ao velório;
  • Procure retornar a rotina da criança assim que possível.

Texto escrito por Nívea D’Alincourt – Psicóloga da Obra Social Dona Meca – contato: n.dalincourt@osdm.org.br

Faça uma Festa Beneficente!

O conceito pode até ser novo para algumas pessoas, mas o gesto, nem tanto. Você, provavelmente, já deve ter sido chamado para alguma festa onde os celebrantes pedem que, ao invés de presenteá-los, os convidados levem: uma lata de leite, um pacote de fraldas ou outro item (do qual a Instituição em ele confia possa estar necessitando).

De fato, esta é uma belíssima ação e contribui · e muito! · com Instituições que, assim como a OSDM, desenvolvem seu trabalho de forma beneficente, sem visar o lucro. Pensando nisso, há mais de 3 anos, surgiu uma Plataforma visando contribuir e facilitar estas iniciativas.

Dentro da Presente Consciente, você pode criar a sua festa (e gerar um link único, através do qual você convida seus amigos e familiares a participarem da mesma).

Ao invés de darem presentes, os convidados doam valores para a Instituição previamente escolhida, tudo de forma bem simples e direta. Além disso, os convidados, ao contribuírem com o evento, ganham um merecido agradecimento e a possibilidade de envio de um cartão virtual, demonstrando seu carinho e apreço a você, aniversariante.

O anfitrião e a Instituição escolhida acompanham toda a movimentação e, por meio de um Relatório Final, o primeiro é informado sobre quanto foi gerado em doação e de que forma.

“Qualquer evento é uma oportunidade de fazer o bem: aniversários, casamentos, bodas, batizados, Natal, Dia das Mães e, é claro, festinhas infantis! Seu filho pode, inclusive, ajudar na escolha da Obra Social Dona Meca. Porque não há idade para fazer uma boa ação!”

Texto escrito por Leonardo Rocha- Membro do setor de sustentabilidade da  Obra Social Dona Meca – contato: l.rocha@osdm.org.br