O Cotidiano em um blog

Tudo começou com uma conversa informal na hora do almoço. Estávamos conversando eu, as profissionais do setor de terapia ocupacional e a de pedagogia da instituição.  Até que começamos a falar sobre o cotidiano de nossos pequenos, neste momento relatei que eu tinha um sonho de aproveitar todo o Branding* e influência da Obra social Dona Meca dentro das redes sociais e internet para dar voz e empoderar as nossas crianças e adolescentes. Afinal, se estamos falando sobre deficiência, as vozes deles devem ser sempre as primeiras a serem ouvidas.

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Desfile Junino

Ainda vivemos tempos difíceis em função da pandemia… E estamos sempre nos questionando, nos provocando a respeito de como proporcionar as melhores experiências aos nossos pequenos.

 

É chegado o mês de Junho e, junto com ele, a saudades de umas de nossas melhores e maiores comemorações do ano.

 

Um Desfile Junino foi promovido na Obra Social Dona Meca, onde nossas crianças e terapeutas, nos dias de seus atendimentos, puderam vir vestidos a caráter e, quando menos esperavam, eram convidados a seguir a Oficina de Dança nos corredores da Instituição, através de um singelo desfile. Acompanhados de uma boa música caipira e muita dança, seguimos com todos os protocolos da pandemia.

 

Com isso, queremos manter a cultura nordestina – que é tão presente em nossas vidas – cada vez mais viva, oferecer experiências inesquecíveis aos pequenos, jovens e famílias da OSDM e, por meio desta socialização tão rica de afeto e tradição, alegrar e contaminar ainda mais de amor a nossa Casa. Viva São João!

Hora do Lanche na Casa Lar Balthazar

Na Casa Lar Balthazar, são atendidas crianças de 0 a 06 anos de idade, totalizando 20 vagas. 

O público atendido pela Instituição é caracterizado por crianças – oriundas de famílias de baixa renda ou que apresentem algum histórico de maus-tratos, abandono, negligência ou outro motivo que justifique o acolhimento – encaminhadas pela Vara da Infância e Conselho Tutelar, em regime de urgência.

Além delas, suas famílias também são assistidas por nossa equipe de profissionais, que fornece informações, atende casos de responsáveis que necessitem de apoio psicológico e outras orientações.

O caráter “residencial” desta Instituição contribui para a participação e a inserção das crianças na comunidade, incentivando a preservação dos vínculos familiares ou promovendo a inserção em família substituta.

As crianças acolhidas na Casa Lar Balthazar recebem atendimento na Sede da Obra Social Dona Meca, através de atividades terapêuticas, sociopedagógicas, esportivas e de inclusão social, que possuem, como objetivo, promover o desenvolvimento de suas habilidades e sua maior independência – resgatando sua autoestima, cidadania, interação social e contribuindo para uma melhor qualidade de vida.

Em relação à rotina das crianças, os horários das atividades são elaborados pela Equipe Técnica e Equipe de Cuidadores, levando em consideração a observação e experiência destes profissionais.

Vale ressaltar que os horários e dias das terapias realizadas na OSDM são programados de acordo com a demanda da Instituição de acolhimento, considerando a logística da Casa e se a criança está frequentando a unidade escolar ou não. 

E, por último, destacamos: as atividades pedagógicas contidas no dia-a-dia das crianças visam o reforço no aprendizado e a realização de atividades que contribuam para seu desenvolvimento físico, motor, emocional, cognitivo e social. 

Tais ações têm como foco o direito da criança ao seu pleno desenvolvimento integral.

Texto escrito por: Jéssica da S. Souza – Assistente Social  | OSDM – Casa Lar Balthazar

A Importância do Esporte Paralímpico – Time Meca

 

A atividade esportiva contribui não só para o desenvolvimento físico, como também é uma poderosa ferramenta de ajuda na reabilitação e inclusão social de pessoas com deficiência. Mais do que isso: o esporte pode transformar tanto a vida de uma pessoa com deficiência que, em pouco tempo de prática, ela pode estar representando o Brasil em um dos maiores eventos esportivos do mundo, como as Paralímpiadas!

O esporte, além de trabalhar o físico – possibilitando uma vida mais sadia – também atua na conexão social, seja entre colegas que estão participando de uma mesma atividade, como também na relação aluno-professor. O Time Meca – Projeto em execução na OSDM até janeiro de 2022 – atende diretamente 100 crianças e jovens beneficiários da Obra Social, além de, indiretamente, suas famílias. Com o apoio da Eletrobras e Itaú, através do incentivo fiscal da Lei do Incentivo ao Esporte – Secretaria Especial do Esporte / Ministério da Cidadania, o Projeto tem o objetivo de promover – por meio de atividades paradesportivas e psicomotoras – a habilitação e reabilitação de crianças e adolescentes com deficiência, em contexto multidisciplinar, visando sua inclusão social, desenvolvimento psicomotor e melhoria da qualidade de vida. 

Os objetivos específicos incluem favorecer bem estar físico e mental; estimular aspectos afetivos, educacionais e sociais, a partir da prática do esporte, bem como a melhoria do relacionamento interpessoal dos participantes. Ao todo, são 12 profissionais. A Equipe conta com 3 esportes, sendo eles: Natação, Bocha e Judô; 5 terapias: Terapia Ocupacional I e II, Fisioterapia Motora, Psicomotricidade Aquática e Hidroterapia; além de Serviço Social e Atividades de Apoio.

Que venham as Paralimpíadas de Tóquio 2021!
E reforcem a todos o quanto abraçar uma atividade física pode transformar o dia a dia de nossos pequenos e jovens!

 

Texto escrito por: Luiza Mattos – Comunicação e Marketing da Obra  Social Dona Meca

 l.mattos@osdm.org.br

Dia do Hambúrguer com a BE Capital

Dia do Hambúrguer com a BE Capital

No dia 28 de Maio, comemora-se o Dia do Hambúrguer!

Neste dia, realizamos uma entrega destes saborosos sanduíches, às crianças, na OSDM! Reunimo-nos aos beneficiários, seus responsáveis e funcionários da BE Capital em sentimento de gratidão, para celebrarmos esta data tão deliciosa e, ainda, em forma de reconhecimento à força de vontade – e consequente evolução! – dos nossos pequenos, em meio a tempos tão difíceis.

A principal atração do dia – claro! – foram os hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes (ao todo, foram 36 combos doados pela empresa). Após a entrega dos sanduíches, os colaboradores da BE Capital foram visitar o abrigo Casa Lar Dona Meca. “Foi possível ver a alegria das crianças e adolescentes. Os sorrisos contagiaram, e, certamente, demonstraram a todos nós o quanto é gratificante realizar estes eventos. Foi um prazer contribuir e participar com vocês. Continuem mudando o mundo para melhor.” declarou Tom Santos, CMO da BE Capital.

Agradecemos a esta Companhia do ramo financeiro e imobiliário que empenhou-se e, com sentimento genuíno, doou tais kits a alguns de nossos pequenos e jovens. Além disso, muito obrigado pela presença e parceria dos responsáveis, que acompanharam, compartilharam conosco este momento de felicidade/empatia e ressaltaram o trabalho de todos os envolvidos na realização deste ato.

Texto escrito por Leonardo Rocha – Membro do Setor de Sustentabilidade da Obra Social Dona Meca – contato: l.rocha@osdm.org.b

Dia do Hambúrguer com a BE Capital

Dia do Hambúrguer com a BE Capital

Semana de Orientação da Pedagogia

Semana de Orientação da Pedagogia OSDM

Já estamos no segundo ano de uma vivência que jamais esperávamos que teríamos. Momentos como este, seja individual ou coletivamente, nos requerem um olhar sobre a vida com responsabilidade e maturidade, para não esbravejarmos contra aquilo que não podemos mudar e valorizar o que podemos fazer por nós mesmos (e ao nosso próximo!).

Sabemos que as coisas estão no modo: “tá difícil!”. Mas, este novo “modo” de vivermos não deve ser motivo para procrastinarmos, o que, aliás, somos mestres em fazer. Diante deste quadro geral e das observações inerentes ao trabalho realizado na Obra Social Dona Meca, a pedagogia percebeu a necessidade de falarmos sobre: “Rotina”. O tema abordado, na Semana de Orientação, foi “A Importância da Rotina para o Desenvolvimento Infantil” e, apesar do enfoque ser maior nas crianças, falamos, também, em como os pais podem impactar positiva ou negativamente em suas próprias vidas – e nas de seus filhos.

Conversamos sobre pontos importantes no desenvolvimento infantil e o impacto que a falta de uma prática costumeira pode trazer em vários âmbitos, sejam eles físicos, cognitivos, emocionais e, até mesmo, bioquímicos/metabólicos. Enfatizamos a importância de uma alimentação regrada, tanto do ponto de vista dos intervalos entre as mesmas, quanto na qualidade dessa alimentação. Outro ponto importante é o sono e como horários desregrados causam mudanças de humor, comportamento e aprendizagem. Também conversamos sobre como as telas (tablet, celulares e computadores) entraram fortemente nessa rotina – lembrando que é necessário conversar com os pequenos sobre o uso funcional, o que antes estava ligado somente ao prazer dos jogos/vídeos e o equilíbrio no tempo de permanência dessas ferramentas.

O último item abordado nesta Semana de Orientação – mas não menos importante! – tratou de: dentro deste tempo organizado, não esquecermos do tempo livre, para a criança fazer “o nada”. Oferecer a ela brinquedos e brincadeiras, o quanto for possível longe das telas longe das telas (o máximo possível), que estimulem a coordenação motora, o espírito de equipe, o “ganhar e perder” e, principalmente, através desses momentos, enriquecer a relação com a própria família.

Texto escrito por Tânia Oliveira – Pedagoga da Obra Social Dona Meca – contato: t.oliveira@osdm.org.br

Luto

Uma Conversa sobre Luto

Nos tempos atuais, lidamos com diversas perdas, dentre elas, a morte de pessoas queridas por nós. Este é um evento estressor na vida das pessoas, que gera sofrimento e diversas alterações, sejam elas psicológicas, fisiológicas ou comportamentais. O luto é um estado emocional de tristeza, uma sensação de vazio. As crenças sobre a perda de um ente querido são reforçadas pelo entendimento que o indivíduo estabelece com a morte.

É importante entendermos que o luto é um processo e que cada um precisa de um tempo de elaboração. Geralmente, passamos por estes cinco estágios, a saber:

  • Negação – recusa a confrontar a situação;
  • Raiva – revolta, questionamentos, busca de culpados;
  • Barganha – tentativa de negociar ou adiar a morte, desejo de ultima chance;
  • Depressão – repensar, processar a vida e o que foi feito ou deixou de fazer;
  • Aceitação – maior serenidade frente ao fato de morrer, expressar de forma mais clara os sentimentos, frustrações e dificuldades. 

A compreensão da criança sobre a morte difere do adulto: antes dos 3 anos, este entendimento é apenas de ausência e falta.

Em seguida, esta começa a se perguntar: “se foi culpa sua”, “se palavras ou pensamentos evitariam a morte” e, só depois, começa a entendê-la como algo inevitável. Então, conforme amadurece cognitivamente, apropria-se deste conceito. É importante escutar e permitir que ela fale sobre o assunto, pois o que gera sofrimento não é falar sobre a morte e sim a morte em si. É importante escutar e permitir que ela fale sobre o assunto, pois o que gera sofrimento não é falar sobre a morte e sim a morte em si.

Algumas orientações válidas para lidar com as crianças são:

  • Seja direto e não omita a verdade, poupando apenas os detalhes desnecessários;
  • Tome cuidado com conceitos vagos para não confundir ainda mais a criança;
  • Não esconda sua tristeza, valide este sentimento e esteja aberto a falar sobre isso;
  • Faça um momento simbólico de despedida independente de comparecer ao velório;
  • Procure retornar a rotina da criança assim que possível.

Texto escrito por Nívea D’Alincourt – Psicóloga da Obra Social Dona Meca – contato: n.dalincourt@osdm.org.br

Faça uma Festa Beneficente!

O conceito pode até ser novo para algumas pessoas, mas o gesto, nem tanto. Você, provavelmente, já deve ter sido chamado para alguma festa onde os celebrantes pedem que, ao invés de presenteá-los, os convidados levem: uma lata de leite, um pacote de fraldas ou outro item (do qual a Instituição em ele confia possa estar necessitando).

De fato, esta é uma belíssima ação e contribui · e muito! · com Instituições que, assim como a OSDM, desenvolvem seu trabalho de forma beneficente, sem visar o lucro. Pensando nisso, há mais de 3 anos, surgiu uma Plataforma visando contribuir e facilitar estas iniciativas.

Dentro da Presente Consciente, você pode criar a sua festa (e gerar um link único, através do qual você convida seus amigos e familiares a participarem da mesma).

Ao invés de darem presentes, os convidados doam valores para a Instituição previamente escolhida, tudo de forma bem simples e direta. Além disso, os convidados, ao contribuírem com o evento, ganham um merecido agradecimento e a possibilidade de envio de um cartão virtual, demonstrando seu carinho e apreço a você, aniversariante.

O anfitrião e a Instituição escolhida acompanham toda a movimentação e, por meio de um Relatório Final, o primeiro é informado sobre quanto foi gerado em doação e de que forma.

“Qualquer evento é uma oportunidade de fazer o bem: aniversários, casamentos, bodas, batizados, Natal, Dia das Mães e, é claro, festinhas infantis! Seu filho pode, inclusive, ajudar na escolha da Obra Social Dona Meca. Porque não há idade para fazer uma boa ação!”

Texto escrito por Leonardo Rocha- Membro do setor de sustentabilidade da  Obra Social Dona Meca – contato: l.rocha@osdm.org.br

 

 

Os Benefícios dos Desportos para Crianças com Deficiência

A nomenclatura “desporto”, que tem como sinônimo a palavra “esporte”, relaciona-se a qualquer exercício físico que tenha federações e regras oficiais que o regem. Entretanto, o desporto não é somente aquele praticado por atletas profissionais, inscritos nas respectivas federações e seguindo as regras oficiais. Ele também pode ter suas regras adaptadas, passando a ser uma atividade lúdica, para fins de diversão, confraternização e/ou disputa não oficial, seja ele jogado de forma individual ou coletiva.

Pensando na possibilidade de todos praticarem esportes e sabendo da importância que os mesmos possuem (não só à saúde, mas também em aspectos sociais, cognitivos e motores do ser humano), em 1944, o médico alemão Ludwig Guttmann criou adaptações em alguns esportes, visando a recuperação dos soldados que retornavam com lesões (principalmente medulares), da II Guerra Mundial. Guttmann tinha como objetivo não só dar a esses soldados possibilidades de realização de exercícios físicos, mas, também, de ressocialização, independência e que se sentissem ativos novamente.

Com esta visão (reintegrar tais soldados, de alguma forma, à sociedade), o médico alemão foi considerado o pai dos paradesportos e influenciou ativamente a criação dos jogos paraolímpicos, de outras competições, além de eventos voltados para as pessoas com deficiência. Assim, mostrou ao mundo que o esporte pode ser praticado por qualquer pessoa e salientou a importância do mesmo para o indivíduo que possui alguma deficiência, pois, através dele, o “sujeito” entende o respeito às regras, socializa, tem contato com a euforia da vitória ou aprende a lidar com a frustração da derrota. Tudo isso demonstra que o exercício físico em si trata-se de mais um quesito, quando falamos sobre esportes adaptados.

Desta maneira, o desporto pode ser considerado um transformador de vivências e sua prática vai além do desenvolvimento motor, melhorando a qualidade de vida de seu praticante e, nos casos em que o praticante possui alguma deficiência, seja ela qual for, serve ainda como meio de reabilitação (social, cognitiva ou motora), agindo como uma das formas de inserir esse indivíduo à sua comunidade.

Podemos ver a importância dessa prática na OSDM, pois tal atividade permite às nossas crianças a possibilidade de praticarem não apenas um exercício físico, mas também o treinamento de todos os aspectos já citados. Além disso, possibilita aos mesmos que conheçam e executem novos movimentos, atividades, jogos e brincadeiras (que podem ser realizados em qualquer lugar e com outras pessoas, levando estas dinâmicas para os seus meios e, assim, usufruindo delas como formas de diversão, socialização, além, claro, da prática do próprio esporte em si).

Texto escrito por Adriano Lopes – Professor de Desporto da Obra Social Dona Meca – Contato: a.lopes@osdm.org.br.

 

 

Semana de Orientação da Psicomotricidade

No mês de Abril, tivemos a Semana de Orientação do Setor de Psicomotricidade. Devido à pandemia, a ação sofreu adaptações para adequá-la de acordo com os protocolos de segurança.

O trabalho de orientação apresenta estratégias e ferramentas para direcionar o comportamento das crianças a favor da relação saudável entre pais e filhos, com o olhar para a construção do desenvolvimento da criança – tanto a curto como a longo prazo.

Através de uma plataforma online, foram realizados dois encontros em data e turno diferentes, para que os responsáveis pudessem se organizar e escolher o melhor dia para participar. 

O tema escolhido para este ano buscou mostrar às famílias a importância de estimularem seus filhos desde os primeiros meses de vida, e as consequências quando isso não ocorre.

“Psicomotricidade e o que acontece quando não é desenvolvida de maneira eficaz”, foi um ótimo tema para esclarecer qual o papel desta ciência, em quais áreas ela atua, as consequências (quando tais áreas são pouco estimuladas na infância) e qual o seu papel no processo de aprendizagem.

As diretrizes foram esclarecedoras e cheias de conhecimentos. As famílias participaram tirando suas dúvidas, compartilhando experiências e participando das dinâmicas propostas pela Terapeuta.

Texto escrito por Thayanna Hoffmann – Psicomotricista da  Obra Social Dona Meca – contato: t.hoffmann@osdm.org.br

 

 

 

Os Benefícios da Dança para Crianças com Deficiência

A Dança acompanha o homem desde os tempos mais remotos – quando este imitava os animais para favorecer sua caça ou, até mesmo, invocava / agradecia as forças da natureza. Sendo a arte mais antiga que o homem experimentou, ela acompanha a evolução e transformação das civilizações.

Capaz de materializar os nossos sentimentos mais íntimos por meio dos movimentos, a dança permite que possamos nos expressar de maneira leve, completa e verdadeira. São infinitos os seus benefícios como a promoção de saúde, alívio do stress e tensão, desinibição, autoestima, fortalecimento muscular e muitos outros. Porém, a liberdade talvez seja a maior sensação a ser vivenciada.

Quando olhamos para as pessoas com deficiência, não existe nenhuma informação acima a ser desconsiderada ou modificada. A dança é resultado das experiências de toda nossa história, e isso inclui todos, sem exceção. A Dança adaptada e inclusiva busca atender a todos os corpos, onde é respeitada a individualidade de cada pessoa e, ao mesmo tempo, construímos um coletivo que pode se expressar através de seus corpos.

As crianças da OSDM vivenciam essa modalidade de maneira lúdica, abrangente e, acima de tudo, livre. Aqui, a dança é um instrumento de desenvolvimento, liberdade de expressão, aquisição e transformação de culturas, autoconhecimento e interação com o mundo!

Texto escrito por Bruno Araujo – Professor de Dança da OSDM – contato: b.antonio@osdm.org.br