O Cotidiano em um blog

Tudo começou com uma conversa informal na hora do almoço. Estávamos conversando eu, as profissionais do setor de terapia ocupacional e a de pedagogia da instituição.  Até que começamos a falar sobre o cotidiano de nossos pequenos, neste momento relatei que eu tinha um sonho de aproveitar todo o Branding* e influência da Obra social Dona Meca dentro das redes sociais e internet para dar voz e empoderar as nossas crianças e adolescentes. Afinal, se estamos falando sobre deficiência, as vozes deles devem ser sempre as primeiras a serem ouvidas.

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LISTA DE NECESSIDADES URGENTES OSDM

Nós, da Obra Social Dona Meca (em nome de nossas crianças e adolescentes – PcDs e em vulnerabilidade social, principalmente, as(os) que estão exclusivamente sob nossos cuidados, acolhidas(os) em um dos 2 abrigos mantidos pela OSDM), contamos com o apoio de todos os nossos amigos.

Neste momento, com a pandemia causada pelo Coronavírus (COVID-19), as doações de alimentos, limpeza, higiene e recursos financeiros diminuíram consideravelmente.

Nossa lista de necessidades urgentes:

 

 

 

Por isso, caso você queira nos ajudar doando itens, nossos endereços e horários de entrega são os abaixo.

 

Para doações em dinheiro, seguem os meios disponíveis:

 

 

 

Paz, bem e saúde a todos nós! Pensemos no coletivo. Cuidemos uns dos outros. Gratidão, reflexão e ressignificação!

O ASSUNTO É: AUTISMO

“O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) reúne desordens do desenvolvimento neurológico presentes desde o nascimento ou começo da infância. São elas: Autismo Infantil Precoce, Autismo Infantil, Autismo de Kanner, Autismo de Alto Funcionamento, Autismo Atípico, Transtorno Global do Desenvolvimento sem outra especificação, Transtorno Desintegrativo da Infância e a Síndrome de Asperger.

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM-5 (referência mundial de critérios para diagnósticos), pessoas dentro do espectro podem apresentar déficit na comunicação social ou interação social (como nas linguagens verbal ou não verbal e na reciprocidade socioemocional) e padrões restritos e repetitivos de comportamento, como movimentos contínuos, interesses fixos e hipo ou hipersensibilidade a estímulos sensoriais. Todos os pacientes com autismo partilham estas dificuldades, mas cada um deles será afetado em intensidades diferentes, resultando em situações bem particulares. Apesar de ainda ser chamado de autismo infantil, pelo diagnóstico ser comum em crianças e até bebês, os transtornos são condições permanentes que acompanham a pessoa por todas as etapas da vida.

Entenda

As causas do TEA não são totalmente conhecidas, e a pesquisa científica sempre concentrou esforços no estudo da predisposição genética, analisando mutações espontâneas que podem ocorrer no desenvolvimento do feto e a herança genética passada de pais para filhos. No entanto, já há evidências de que as causas hereditárias explicariam apenas metade do risco de desenvolver TEA. Fatores ambientais que impactam o feto, como estresse, infecções, exposição a substâncias tóxicas, complicações durante a gravidez e desequilíbrios metabólicos teriam o mesmo peso na possibilidade de aparecimento do distúrbio.

O TEA afeta o comportamento do indivíduo, e os primeiros sinais podem ser notados em bebês de poucos meses. No geral, uma criança do espectro autista apresenta os seguintes sintomas:

– Dificuldade para interagir socialmente, como manter o contato visual, expressão facial, gestos, expressar as próprias emoções e fazer amigos;

– Dificuldade na comunicação, optando pelo uso repetitivo da linguagem e bloqueios para começar e manter um diálogo;

– Alterações comportamentais, como manias, apego excessivo a rotinas, ações repetitivas, interesse intenso em coisas específicas, dificuldade de imaginação e sensibilidade sensorial (hiper ou hipo).

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM-5 rotula estes distúrbios como um espectro justamente por se manifestarem em diferentes níveis de intensidade. Uma pessoa diagnosticada como de alta funcionalidade apresenta prejuízos leves, que podem não a impedir de estudar, trabalhar e se relacionar. Um portador de média funcionalidade tem um menor grau de independência e necessita de algum auxílio para desempenhar funções cotidianas, como tomar banho ou preparar a sua refeição. Já o paciente de baixa funcionalidade vai manifestar dificuldades graves e costuma precisar de apoio especializado ao longo da vida.

Por outro lado, o diagnóstico de TEA pode ser acompanhado de habilidades impressionantes, como facilidade para aprender visualmente, muita atenção aos detalhes e à exatidão; capacidade de memória acima da média e grande concentração em uma área de interesse específica durante um longo período de tempo.

Cada indivíduo dentro do espectro vai desenvolver o seu conjunto de sintomas variados e características bastante particulares. Tudo isso vai influenciar como cada pessoa se relaciona, se expressa e se comporta.”

O símbolo do autismo é o quebra-cabeça, que denota sua diversidade e complexidade.

 

 

Fonte do texto:www. https://autismoerealidade.org.br/o-que-e-o-autismo/

PROJETO EMPATIA NO CENTRO

No dia 13/02, o Núcleo de Educação do Museu Histórico Nacional, em parceria com a Obra Social Dona Meca e demais Instituições, realizou uma nova ação direcionada ao campo da acessibilidade. Durante três dias, o encontro ofereceu um curso de educação museal e inclusão, realizando um intercâmbio para promover o compartilhamento de experiências e práticas com foco em acessibilidade e desenvolvimento humano.

No hall de entrada, os participantes deparavam-se com a “estação” da Obra Social Dona Meca: uma experiência sensorial, onde podiam sentir, na pele, alguns dos desafios enfrentados por pessoas com deficiência motora, em seu cotidiano – tudo a partir de uma simulação de calçada com obstáculos e inclinações, a ser percorrida com o uso de uma cadeira de rodas. Ou, ainda, de olhos vendados e o uso da guia para deficientes visuais.

 

 

 

Valéria Abdalla, do Núcleo de Educação do Museu Histórico Nacional, nos enviou um breve depoimento: “A Feira de Acessibilidade do Museu Histórico Nacional promoveu um momento rico de muitas trocas entre os participantes, já que contou com a presença de diversas instituições que trabalham com acessibilidade, como museus, instituições de ensino, de reabilitação, de profissionais que desenvolvem e pesquisam recursos acessíveis para pessoas com deficiência, entre outros. Participei da experiência na estação motora promovida pela Obra Social Dona Meca e foi marcante.

Quando nos colocamos no lugar do outro,percebemos que existem outras formas de estar no mundo, ou seja, que somos diversos.

Propostas de empatia como esta contribuem para que as pessoas entendam que a deficiência faz parte da diversidade humana e que os espaços precisam atender às demandas de todos e todas para um termos um mundo mais justo”.

Após a exposição dos palestrantes, foi aberta uma sessão para debate e construção coletiva de saberes, compartilhando desafios e ideias em prol da acessibilidade.

Parabéns à iniciativa do Museu Histórico Nacional!

Texto escrito por Leonardo Rocha- Membro do setor de sustentabilidade da Obra Social Dona Meca – contato: l.rocha@osdm.org.br

O ASSUNTO É: SÍNDROME DE DOWN

A maior parte da população possui, em suas células, 46 cromossomos. Porém, temos um grupo cheio de fofura que apresenta um cromossomo a mais. A essa trissomia, que acontece no cromossomo 21, chamamos mais comumente de Síndrome de Down.

Embora a Síndrome tenha algumas características semelhantes (e, por conta disso, sabemos que estes indivíduos podem estar sujeitos a uma maior incidência de doenças), vale ressaltar que eles apresentam personalidades/características diferentes e únicas, como qualquer outra pessoa.

A Síndrome de Down não é uma doença. É uma condição associada a algumas questões para as quais os pais devem estar atentos, desde o nascimento da criança. E mais importante: não é culpa de ninguém! O comportamento dos pais não causa a Síndrome de Down. Não há nada diferente que eles poderiam ter feito para evitá-la.

E como lidar com os indivíduos com Síndrome de Down? Sinceramente e sem medo de errar, respondemos: com muito amor! Bem como qualquer outra pessoa na face da Terra!

 

 

 

De qualquer forma, seguem algumas dicas (adaptadas de citações da “Mãe do Bruno”, que teve uma carta publicada no Site Movimento Down), para você ampliar seu conhecimento e auxiliar a inclusão, principalmente, junto às crianças:

• NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM neste mundo. E isso é o que NOS TORNA IGUAIS, UNS AOS OUTROS – todas as pessoas são diferentes, seja na cor, no tamanho, na aparência ou no comportamento.
• Seja um facilitador, afinal, se relacionar com pessoas com deficiência (quaisquer que sejam) é muito bom para todos. Seu filho terá a oportunidade de saber lidar com a diversidade e ser uma pessoa melhor.
• O seu exemplo de “como reagir perante a pessoa com deficiência” vai funcionar como um espelho para o seu filho. Então, por favor, não demonstre pena e, independentemente das suas expectativas quanto à nossa reação, aja diante de nós da mesma forma com que você agiria junto a qualquer mãe com qualquer filho.
• Às vezes, as crianças interpelam os pais (em voz alta, inclusive). Pois bem, vá em frente e aproveite o momento para uma intervenção feliz e, por favor, não faça a cena parecer mais grave do que é (nem menos). Diga, por exemplo: “Ei, ele está brincando junto e, caso não consiga fazer, nós vamos ajudá-lo, certo? Tenho certeza de que ele vai aprender”. Ah… e tem um detalhe: nem pense em deixar “a criança com síndrome de Down” como “café-com-leite” na brincadeira, ok?
• Diante de algo que considere ser inconveniente, não vai ser legal você simplesmente me pedir desculpas e arrastar seu filho para longe. Pode parecer a maior malcriação da tarde, mas arrisco dizer que provavelmente seu filho não disse isso por maldade. E, sim, por desconhecimento.
• Explique que o amigo tem, sim, uma certa dificuldade para aprender ALGUMAS coisas, mas que sempre consegue aprender, mesmo que pareça demorar um pouco mais. Independente desse amigo não responder da forma que a gente espera, ainda assim, é muito importante tratá-lo como as demais pessoas.

• É possível que algumas pessoas com Síndrome de Down tenham dificuldade na fala. Mas, mesmo não sabendo falar muita coisa ainda, essas pessoas são capazes de ENTENDER tudo. E só porque não falam, não significa que não ouvem.

“Para encerrar, não espere a escola falar sobre a importância da tolerância, do respeito e da amizade com seu filho. Esses valores começam em casa e irão ajudá-lo nas mais diversas situações por toda a vida.”

Fonte: www.movimentodown.org.br

Texto escrito por Tânia Oliveira – Pedagoga da Obra Social Dona Meca – contato: t.oliveira@osdm.org.br

ATIVIDADES DIFERENCIADAS DE JANEIRO

Assim como temos feito nos anos anteriores, realizamos, em Janeiro deste ano, as Atividades Diferenciadas na OSDM. Nesta série de ações, a descontração e a diversão predominam, mas o foco terapêutico é mantido para que nossas crianças e adolescentes não saiam totalmente das suas respectivas rotinas de habilitação e reabilitação, o que é muito importante para eles.

As atividades diferenciadas foram planejadas – e realizadas! – levando em conta o trabalho em grupo, para que a criançada pudesse se conhecer, socializar e interagir entre si – o que nem sempre é possível no dia a dia da OSDM, em razão de cada beneficiário possuir diferentes datas e horários de atendimento.

Dessa forma, nossa equipe – utilizando atividades sensoriais, psicomotoras e esportivas, dentro de uma questão terapêutica, mas descontraída – realizou brincadeiras, jogos pedagógicos e lúdicos com a garotada, valorizando a participação em grupo, estimulando a socialização e ajudando em suas dificuldades (particularmente, quando o “brincar junto” é uma das dificuldades envolvidas).

 

 

 

Neste período, as crianças e jovens que se encontram em nossas Unidades de Acolhimento – Casa Lar Balthazar e Casa Lar Dona Meca – também puderam desfrutar de práticas voltadas especificamente a eles: uma boa oportunidade para saírem da rotina.

Por fim, todos os pequenos – de nossas três Casinhas: Sede e Abrigos – brincaram nos jogos da Playtable da Sala Multimídia (como papa-mosca, papa-letras, jogo da memória e quebra-cabeças); realizaram atividades artísticas (pinturas em azulejo, dentre outras); e, como não poderia deixar de ser, participaram das recreações na piscina.

Texto escrito por Eduardo Wilson – voluntário do setor de sustentabilidade da Obra Social Dona Meca – contato: e.wilson@osdm.org.br

OSDM SOCIAL

No início de Janeiro, algumas mães das crianças que recebem atendimento terapêutico na OSDM participaram de uma programação especial dedicada a elas e seus filhos. A “Oficina de Culinária e Biscuit” ocorreu através da iniciativa do Setor de Assistência Social da Instituição e foi ministrada pelas mães e voluntárias Ana Carolina e Sheila Regina (que também é Cake Design!).

O Projeto proporciona um espaço de aprendizagem, dinamizado por voluntários, que visa desenvolver a criatividade, combater a “sensação de improdutividade”, propiciar a descoberta de novas artes, talentos e a promoção do empreendedorismo nas famílias das crianças e jovens beneficiários da Obra Social Dona Meca. Esta ação oferece oficinas mensais, com foco na promoção do dinamismo e geração de renda, a partir da cooperação entre as famílias dos atendidos.

 

 

A oficina foi bem recebida e os participantes estavam muito interessados nas dicas e técnicas transmitidas. Além disso, a atividade contou com muita diversão e troca de conhecimentos, onde mães e filhos aprenderam técnicas de culinária que poderão ser utilizadas em suas casas.

Sra. Adilaine, uma das alunas do Projeto, coloca em prática tudo o que aprendeu na “Oficina de Bolos”, confeccionando, em seu lar, cerca de 24 bolos de pote por semana. Com o intuito de gerar renda para o sustento e manutenção de suas necessidades básicas, está, ainda, conseguindo complementar sua renda e manter as contas em dia!

Texto escrito por Luana Dias – Assistente Social da Obra Social Dona Meca – l.dias@osdm.org.br e Leonardo Rocha – Membro do setor de sustentabilidade da Obra Social Dona Meca – l.rocha@osdm.org.br.

OSDM SUSTENTÁVEL

Há mais de dois anos, a Obra Social Dona Meca participa do Light Recicla, como empresa cadastrada: um “projeto sustentável de geração de renda que troca resíduos recicláveis por bônus na conta de energia elétrica”.

No ano de 2019, através das doações de recicláveis ao projeto, realizadas por uma verdadeira força-tarefa de Amigos OSDM (Responsáveis/Familiares, Colaboradores, Voluntários e quatro Empresas parceiras), conseguimos reduzir R$ 4.118,00 na conta de energia elétrica da Instituição, no período de Janeiro a Novembro.

Para participar e nos ajudar, é muito fácil! Basta ir até um dos Ecopontos mais próximos do Projeto Light Recicla (ECOPONTO TERREIRÃO – Av. Teotônio Vilella esquina com a Rua 8W, próximo ao projeto Viva Vôlei e ECOPONTO MAKRO BARRA DA TIJUCA – Av. Ayrton Senna, 2.300- Barra da Tijuca) e entregar os materiais recicláveis, informando que o crédito gerado será destinado à OSDM. Cada item tem um preço por peso, que gera o desconto na conta de energia da ONG escolhida pelo cliente.

Nosso código da Instalação: 0413739169.

As empresas também podem participar trocando seus materiais recicláveis, doando o desconto pra gente e tornando-se, assim, ambiental e socialmente responsáveis.

Nosso sincero agradecimento aos incansáveis “Amigos OSDM” e às empresas que contribuíram e nos brindaram com esta ajuda tão expressiva em nossa conta de luz:

– Casa do Médico – Barra da Tijuca

– Optotal Hoya

– Hotel Courtyard & Residence Inn – Marriott

– Mundo da Lua Casa de Festas – Tijuca

Todo este valor será melhor aproveitado e revertido ao acolhimento e atendimentos terapêuticos – de habilitação e reabilitação – a cerca de 200 crianças e adolescentes com deficiência (e em situação de vulnerabilidade social) atendidos atualmente na Obra Social.

Mais informações, acesse: Http://www.light.com.br e busque pelo Projeto Light Recicla.

SOLIDARIEDADE EM PAUTA

No Dia de Doar (03 de Dezembro), a Obra Social Dona Meca realizou uma gincana socialmente responsável, onde oito escolas parceiras (Centro Educacional Orion, Colégio Jence, Escola Especial Professora Maria Therezinha de Carvalho Machado, Escola Jardim de Infância Pimentinha, Escola Municipal Lincoln Bicalho Roque, Escola Municipal Luiz Camillo, Jardim Escola Abelinha Feliz, Jardim Escola Oficina do Conhecimento) recolheram de seus alunos materiais recicláveis (latas de alumínio e garrafas pet) que, posteriormente, foram levados ao projeto Light Recicla, ajudando a reduzir nossa conta de luz.

O Dia de Doar é um grande movimento para promover a doação no Brasil. É uma mobilização que promove um país mais generoso e solidário, por meio da conexão de pessoas com causas. E faz isso celebrando o prazer que é doar, e o hábito de doar o tempo todo. Lá “fora”, o Dia de Doar tem nome de #GivingTuesday, que significa “terça-feira da doação”. Vem na sequência de datas comerciais já famosas, como as BlackFriday e CyberMonday. É sempre realizado na primeira terça-feira, depois do Dia de Ação de Graças (o Thanksgiving Day).

 

 

Agradecemos a participação de todas as escolas parceiras, que aderiram, reforçaram conceitos sobre sustentabilidade e dedicaram-se a arrecadar materiais recicláveis com seus alunos. E, por fim, vale ressaltar que o Colégio Lincoln Bicalho Roque garantiu a maior pontuação na Gincana do Dia de Doar da OSDM, atingindo incríveis 681 pontos! Parabéns a todos! Por uma sociedade consciente e responsável socialmente durante o ano todo!

NATAL DAS CRIANÇAS

No dia 18 de Dezembro, realizamos mais uma festa de Natal na OSDM! Neste dia, nos reunimos às crianças e seus responsáveis, em sentimento de gratidão e comunhão, para celebrarmos esta data tão especial e, ainda, em forma de agradecimento, ao ano que passou e nos trouxe tantas alegrias e prosperidade.
O evento foi um sucesso: em dois turnos (manhã e tarde), com a mesma programação, para que os pequenos pudessem aproveitar ao máximo. Para alegrar o dia, trouxemos o mágico Alexandre Biuzo que, através de seus truques e ilusionismos, arrancou aplausos e surpreendeu a todos. O ponto alto da apresentação foi quando o mágico deixou um copo com água flutuando sozinho no ar. As reações foram divertidas.

Tivemos Oficina de Artes com a equipe da Recriar Festas, onde as crianças desenharam e pintaram seus heróis, objetos, animais e escudos dos times do coração. Houve música boa, guloseimas, bolo, pizza, cachorro quente, salgadinhos e muito mais. A principal atração do dia – claro! – foi a ilustre visita do Papai Noel, que tirou fotos com todos e distribuiu carinho e atenção. O bom velhinho também entregou os Kits de Natal (brinquedos, sapatos e roupas) a cada um dos beneficiários da OSDM.
Foi possível ver a alegria de nossas crianças e adolescentes em cada atividade realizada. Os sorrisos contagiaram, os abraços multiplicaram e, certamente, demonstraram a todos nós o quanto é gratificante realizar esta culminância.

 

Davi e sua mãe prestigiando a Festa de Natal das Crianças na OSDM

Miguel no colo do Papai Noel com sua mãe

 

Agradecemos a todos os doadores que se cadastraram, empenharam-se e, com sentimento genuíno, doaram os Kits de Natal para cada uma de nossas crianças. Além disso, muito obrigado pela presença de todas as famílias, que vieram para compartilhar conosco este momento de alegria/empatia e ressaltar o trabalho de todos os envolvidos na realização da festa. Uma imensa gratidão, ainda, a todos que nos ajudaram a tornar realidade esta importante ação de confraternização para nossa Obra Social Dona Meca.

MAIS UMA CARAVANA DA EMPATIA OSDM

No dia 26/11, a Agência do Bem, em parceria com a Obra Social Dona Meca, realizou uma nova ação direcionada ao campo da acessibilidade. O encontro “Música Acessível”, realizado em Vicente de Carvalho, contou com a participação de organizações, professores de música e entusiastas que, durante uma tarde, realizaram um intercâmbio para promover o compartilhamento de experiências e práticas com foco em acessibilidade e desenvolvimento humano, a partir do ensino de música.

A equipe da Obra Social Dona Meca abriu o evento, contando sobre o trabalho realizado pela Casa e mostrando a importância da sensibilização e empatia à pessoas com deficiência. Cedemos uma estrutura, onde, na entrada do salão, os participantes deparavam-se com uma experiência sensorial e podiam sentir, na pele, alguns dos desafios enfrentados por pessoas com deficiência motora, em seu cotidiano – tudo a partir de uma simulação de calçada com obstáculos e inclinações.

 

 

Psicóloga da Obra Social Dona Meca ajudando uma pessoa a passar pela calçada sensorial

Músico tocando para o público presente

 

Patrícia Azevedo, Coordenadora Executiva Agência do Bem, nos contou: “A participação da equipe OSDM com a calçada sensorial e palestra foi fundamental para a sensibilização do público participante do evento Música Acessível, contribuindo significativamente para as reflexões e debates sobre soluções acessíveis para o ensino de música direcionado ao público deficiente”.

Após a exposição dos palestrantes, foi aberta uma sessão para debate e construção coletiva de saberes, compartilhando desafios e ideias em prol da acessibilidade por meio do ensino de música.

 

Texto escrito por Leonardo Rocha- Membro do setor de sustentabilidade da Obra Social Dona Meca – contato: l.rocha@osdm.org.br