Psicologia e Autismo: O Papel Essencial do Psicólogo (a)

O TEA é uma condição neurológica que compromete o desenvolvimento e é caracterizado por três dificuldades: a comunicação, a interação social e os comportamentos repetitivos ou restritos. Não é uma doença, portanto, não tem cura.  É chamado de “espectro”, devido à extensa variação de sintomas e níveis de suporte necessários: 1, 2 e 3.

Nível 1: Exige apoio. Possui dificuldades em interações sociais e organização.

Nível 2: Exige apoio substancial. Dificuldades mais aparentes na comunicação e comportamentos repetitivos.

Nível 3: Exige apoio muito substancial. Tem limitações severas na fala e interação social. Sua nomenclatura já está sendo alterada para “profundo”.

Na Obra Social Dona Meca, os níveis 1 e 2 recebem ajuda voltada à socialização com terapias em grupo – facilitando a interação social, bem como a comunicação e a auto-regulação emocional; promovendo o desenvolvimento da autonomia. Desta forma, a criança/adolescente começa sua preparação para realizar as atividades de vida diária e, conseqüentemente, é preparada/o para sua vida adulta.

Aqui, na OSDM, o suporte 3 tem um atendimento individualizado com atuação voltada para suas necessidades, como: comunicar-se através de PECS (cartões de comunicação alternativa), aprender sua rotina diária, conviver em grupo com crianças de sua idade, entre outros.

Concluindo: os métodos de intervenção baseiam-se em evidências científicas e têm, como objetivo, preparar o indivíduo para uma vida a mais independente possível – focando o comportamento, a comunicação e as habilidades sociais.

Nota: Projeto Turma Meca 2026 ( Parceiro Social: Instituto PHI

Texto escrito por Adriana Brandão –  Psicóloga OSDM

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