Com a palavra: Nossos Pequenos!

A opinião das nossas crianças sobre a Pandemia (Covid – 19)

 

 

 

 

Luann Rodrigues Portella – 11 anos

Luann não quis falar sobre a pandemia. Disse que esse momento “diferente” não atrapalhou suas atividades e que está feliz porque “gosta de usar máscaras”, além de usar álcool em gel, quando está na rua.



 

 

 

Anna Sophia – 9 anos

Acha que “tem horas que é legal e tem horas que é chato”. “Tem muitas tarefas e ainda gravar vídeos”. Ressalta as dicas: “se cuida, lava as mãos com água e sabão, use álcool em gel e mantenha o distanciamento”.



 

 

 

Riquelme Barros – 11 anos

Disse que “tem um pouco de medo”, por causa do aumento de número de casos, e que “temos que nos cuidar usando máscaras” (mas, adverte: “usar corretamente, não é no queixo!”) e álcool em gel “para não pegar coronavírus”.

 

 

 

 

Giullia Saeta – 8 anos

Está achando ruim essa pandemia, porque “só fica em casa e não está podendo sair com o papai, não pode ir no parquinho, está com saudades da escola”. Quando tudo isso acabar, ela quer visitar suas avós e bisa! E deixa a mensagem: “Se cuidem, pra dar tchau pro corona mais rápido!”



Roda de Conversa no Ambiente de Trabalho

No mês de Julho, o Setor de Psicologia realizou uma ação, que faz parte do plano emergencial elaborado em razão da pandemia de Covid-19.

Reuniu-se a equipe da Instituição, com o intuito de promover um momento com espaços de escuta, cuidados coletivos e compartilhamento de materiais voltados aos demais profissionais, no sentido de observação, acompanhamento e discussão dos sentimentos e da experiência vivida em meio às mudanças na rotina profissional – que podem causar sofrimento e impactar as funções desempenhadas.

Desde o início da pandemia, o mundo inteiro vem sofrendo alterações em diversos aspectos e temos que conviver com várias emoções que, por vezes, nos abatem. Ainda estamos aprendendo a viver diante desta situação. São muitos desafios e, no ambiente de trabalho, não é diferente – seja pelos cuidados de prevenção da transmissão, por adaptações pertinentes à rotina, preocupação com os entes queridos (que ficam em casa), incertezas que envolvem a doença e, em somatória, a condição econômica do Brasil.

O objetivo desta reunião foi: percebermos que não estamos sozinhos e que – juntos em coração! – podemos passar por tudo isso. Ainda não sabemos quanto tempo isto irá durar, contudo, é hora de ter esperança e acreditar que dias melhores logo chegarão!

Esta ação teve como mediadoras as psicólogas da OSDM: Marcela Almeida e Nívea D’Alincourt.

Texto escrito por Nívea D’Alincourt – Psicóloga da Obra Social Dona Meca – contato: n.dalincourt@donameca.org.br