O AUTISMO NA DRAMATURGIA

Celebrado em 02 de Abril, o Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o intuito de alertar as sociedades e governantes sobre o Autismo – ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), o qual afeta a comunicação, socialização e comportamento – , ajudando a esclarecer a população mundial a derrubar preconceitos sobre este transtorno que afeta cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo.

O Autismo pode ser classificado, em linhas gerais, conforme o grau de dependência e/ou necessidade de suporte, podendo ser considerado leve, moderado ou severo. Isso explica porque cada indivíduo com TEA possui maior ou menor autonomia em suas vidas, e porque alguns deles, por exemplo, obtêm certo destaque na sociedade e, até mesmo, são retratados na ficção, como Temple Grandin – uma norte americana que desenvolveu novas tecnologias que revolucionaram as práticas para o tratamento racional de animais em fazendas e abatedouros – cuja história foi contada no filme homônimo de 2010.
Em sua ampla maioria, o autismo leve e de alta funcionalidade é o abordado na dramaturgia, o que acaba gerando algumas visões estereotipadas sobre o mesmo; mas, ainda assim, selecionamos e sugerimos alguns filmes e séries de TV que o abordam – uns de forma mais aprofundada, outros apenas como pano de fundo – e que achamos interessantes.

Seguem nossas sugestões: Atypical (2017), Parenthood (2010), Life, Animated (2016), O Farol das Orcas (2016), Um Elo de Amor (2013), além, claro, do já citado Temple Grandin (2010). Estas produções tanto podem ser uma boa forma de introdução ao assunto, quanto servir de temas para debates. Procure mais informações sobre elas na internet.

 

Texto escrito por Eduardo Wilson – voluntário do Setor de Comunicação da Obra Social Dona Meca – e.wilson@osdm.org.br

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