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UMA NOITE AO SOM DA VIOLA!

No dia 21 de setembro, realizamos nossa 3ª Noite de Caldos, já tradicional na programação da OSDM. Foi uma noite muito agradável e familiar, onde tivemos a oportunidade de compartilhar alegria com todos que compareceram e vieram prestigiar o evento.

Foram servidos caldos de inúmeros sabores, que agradaram a todos os nossos convidados. Além disso, tivemos também: sobremesas, salgados e muita comida boa para embalar a nossa noite. Os presentes aproveitaram para fazer compras no Bazar e no Brechó que estavam com um espaço destinado a eles.

Nossos convidados dançando em nossa terceira noite de caldos

Para dar mais vida a festa tivemos duas apresentações: a primeira do Fábio Rocha (Cantor e Compositor), que embalou nossos convidados ao som da MPB. E contamos, mais uma vez, com a presença do Grupo Carioca de Viola “Caipirando”, que possui cerca de trinta músicos. O grupo surgiu em 2010 com o objetivo de aprendizagem da viola e se transformou em um dos projetos de celebração à cultura caipira. Atualmente, o grupo tem repertório constituído por clássicos, além de composições autorais. O Projeto Caipirando tem como objetivo levar, para a cidade maravilhosa, o universo cultural e original da música sertaneja, com a tradicional viola. Aos sons da Viola do Grupo, os convidados da OSDM curtiram de tudo um pouco. Foi, de fato, um dia onde ninguém conseguiu ficar parado, a exemplo de Dona Dina Gomes, de 92 Anos, que com o apoio de seu andador, dançou e brincou durante toda a apresentação do grupo: a mesma disse ter “gostado muito da festa!” E, para terminar o espetáculo com chave de ouro, um grupo de crianças participantes do evento – fez uma apresentação única e exclusiva para toda a platéia, com o apoio de violeiros e do berrante do Caipirando.

 

Dona Dina Gomes

Dona Dina Gomes

 

Entrevistamos, ainda o professor Henrique Bonna – membro e porta-voz do Caipirando – e ele nos contou sobre a experiência de participar e tocar na 3ª Noite de Caldos da OSDM: “Foi muito bonito e ficamos agradecidos de poder tocar e fazer parte pela terceira vez desse evento que, a cada ano, vem crescendo mais. O pessoal que compareceu estava com uma energia muito boa. Essa casa merece, faz um trabalho muito bonito e importante para a nossa sociedade, para o Rio de Janeiro… merece isso e muito mais”.

A 3ª Noite de Caldos da OSDM foi um sucesso e isso se deve a todos que abraçaram a causa, aos que vieram e trouxeram seu amigos e familiares, a todos que se voluntariaram para realização do evento, aos que ajudaram compartilhando, convidando, divulgando. Assim, gostaíamos de agradecer a todos os envolvidos por mais este dia de alegria e celebração em prol de nossa casinha do bem!

Texto escrito por Leonardo Rocha – Voluntário do Setor de Comunicação e Marketing da Obra Social Dona Meca – contato: l.rocha@osdm.org.br

RESSIGNIFICANDO O CONTEÚDO PEDAGÓGICO

A Pedagoga Tânia de Oliveira foi convidada pela Universidade Estácio de Sá para ministrar uma aula sobre sua experiência com crianças com deficiência. A mesma ocorreu no dia 25 Setembro, às 20h, no Campus R9 Taquara.

A aula foi baseada em três temáticas: acolhimento da família, apoio de equipe multidisciplinar e conteúdo pedagógico adaptado.

Quando falamos de acolhimento estamos, não apenas, nos referindo à criança com deficiência, mas também à sua família. É muito comum o relato dos pais temerosos em deixarem seus filhos em uma sala de aula, com mais de uma dezena de crianças e uma pessoa que eles jamais viram na vida. O diálogo entre o profissional e a família é de fundamental importância durante a adaptação e ao longo do ano letivo.
As especificidades vão muito além dos diferentes tipos de deficiência. Cada pessoa, ainda que com a mesma deficiência, apresenta características diferentes, além dos traços individuais, níveis de funcionalidade e de personalidade.

Então, a Equipe Multidisciplinar vem trazer, para a Instituição de Ensino, as características daquela criança. Em contrapartida, é necessário que esta Equipe compreenda que a Escola é autônoma em suas decisões. E como evitar o conflito? A Escola deve compreender que haverá necessidade de adaptações para trabalhar com aquele aluno com deficiência. Em paralelo, a Equipe Multidisciplinar não pode transformar a sala de aula em uma sala terapêutica. E mais uma vez, caímos na máxima: “Dialogar é preciso”!

O conteúdo pedagógico precisa ser ressignificado.

Existe uma ideia no imaginário coletivo de que “aprender a ler e escrever é o que determina um bom trabalho pedagógico”. Acontece que algumas crianças podem não alcançar esse objetivo. Porém, é preciso ressaltar que muitas outras habilidades e conhecimentos podem ser desenvolvidos e/ou adquiridos.
A dúvida dos futuros profissionais sobre esse tema está em como mostrar aos pais o trabalho realizado, uma vez que muitos não têm atividades em folhas.
Uma das saídas é uma nova forma de dar a devolutiva aos pais, como por exemplo, relatórios em fotos e vídeos.

E o mais importante: a relação interpessoal entre os profissionais de educação com seus alunos. A criança não compreende que o sistema pouco contribui para sua inclusão. O que ela realmente sente são as relações interpessoais com seus professores e demais funcionários, bem como com seus colegas de sala.

Texto escrito por Tania Oliveira – Pedagoga da Obra Social Dona Meca – contato: t.oliveira@osdm.org.br

VAMOS FALAR DE DEPRESSÃO?

No mês de Setembro, aconteceu a Semana de Orientação do setor de Psicologia, oferecida aos responsáveis da Instituição. Com o tema “Depressão: precisamos falar sobre isso”, a palestra visa levar informação às pessoas a respeito dos sintomas que caracterizam essa doença, possíveis causas e, ainda, refletir a respeito de mitos que envolvem um assunto tão em pauta na atualidade.

A ideia foi aproveitar para abordar o assunto em referência à campanha “Setembro Amarelo” que é realizada internacionalmente e a qual à OSDM tem aderido há 3 anos. Com o objetivo de alertar a população quanto à prevenção do suicídio (sendo, muitas vezes, a forma mais grave de depressão) e a valorização da vida, entendemos ser necessário chamar a atenção para esta questão de saúde pública.
A proposta foi: um diálogo aberto onde todos ficassem à vontade para interagir e compartilhar suas dúvidas, proporcionando um espaço acolhedor, por acreditarmos que falar é esclarecedor e promove autoconhecimento.

Texto escrito por Nívea D’Alincourt – Psicóloga da Obra Social Dona Meca – contato: n.dalincourt@osdm.org.br